18/01/2012 vai ser o fim da internet?
No dia 18/01/2012 vai ser provavelmente o dia que a internet vai parar, pois nesse dia está marcado a paralisação das operações das principais empresas da internet, como o Google, Facebook, Twitter, Wikipedia e outros. Essa paralisação foi combinada entre essas empresas por causa do projeto de lei que é mais conhecido como SOPA (Stop Online Piracy Act / Decreto pela Paralisação da Pirataria Online) e que está sendo votado nos EUA.
Se a lei SOPA for aprovada, o governo dos EUA vai poder censurar qualquer website ou empresa que esteja divulgando e compartilhando arquivos e informações piratas na internet, retirando a total liberdade dos usuários compartilharem o quiserem na internet/web. Ou seja, alem de prejudicar as empresas e os sites/blogs, você que é um simples usuário da internet e a utiliza apenas para conversar com os seus amigos e trocar informações entre si também vai ser prejudicado, pois em algum dia você vai publicar sem querer por exemplo algum vídeo de você jogando um jogo no seu computador, e se as autoridades acharem que você quebrou algum direito autoral podem lhe censurar e processa-lo.
Quem Apoia e Quem é Contra:
Imagem: Link Estadão
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Propagandas online influenciam mais os jovens do que as de TV
Os estudos da Deloitte Media Democracy e Conectividade e Mobile Consumption mostram que o Brasil é um dos países que mais se destacam quando se fala em consumo de mídia e tecnologia. Ambas as pesquisas mostram que celulares e internet são os atores principais desse crescimento.
A 5ª edição da pesquisa ouviu cerca de 10 mil representantes de locais como Estados Unidos, Japão, Alemanha, Reino Unido e Brasil, em 2010.
Aqui, 1.986 pessoas, na faixa etária de 14 a 75 anos, com computador em casa, participaram do levantamento. O brasileiro continua se destacando em relação aos outros países como um público consumidor de mídia. São 41,4 milhões de internautas ativos. Para 78% dos entrevistados, se tornou um aparelho de entretenimento mais importante que a TV.
Quando questionados sobre o que mais fazem na internet, 63% dos brasileiros respondentes disseram atualizar a página de relacionamento pessoal (Facebook, Orkut, MySpace etc). Um total de 48% também posta comentários e se comunica nas redes sociais.
Os sites de relacionamento pessoal são valorizados por 83% dos entrevistados por permitirem a interação com os amigos, muito mais frequente e possível do que no mundo “offline”. Além disso, 52% consideram o tempo gasto com essa interação algo tão valioso quanto o tempo que passam juntos com os amigos.
Essa edição da Media Democracy mostrou ainda que as propagandas online foram as mais influentes na decisão de compra dos respondentes (68%). Em 2009, a televisão ocupava o primeiro lugar com 77% e agora, em 2010, está em segundo com 66%.
“Podemos observar que a propaganda online tem ocupado um espaço importante. Considerando que a produção e veiculação online têm um custo muito mais baixo do que uma produção publicitária para TV, essa tendência precisa ser observada como uma grande oportunidade de negócio pelos anunciantes”, destaca Marco Brandão, sócio da Deloitte na área de tecnologia, mídia e Telecom. Além da televisão, as revistas, jornais e rádios foram os meios mais mencionados.
Quase 90% dos entrevistados já ouviram falar sobre um produto, pela primeira vez, na internet. Já 78% dos respondentes efetuaram compras por indicações feitas online.
Porém, ainda que a internet venha ganhando, cada vez mais, espaço entre os brasileiros, 63% preferem assistir aos programas de televisão que mais gostam pelo método tradicional de visualização; somente 37% afirmaram que assistem por meio online.
Essa porcentagem entre os Millenials cresce para 41%. Outro dado curioso mostra que as versões online de jornais e revistas são mais lidas que as versões impressas - 54% dos respondentes lêem a versão online do jornal.
Além disso, os brasileiros pretendem assistir aos vídeos 3D em casa (67%) e querem ter habilidade para mover e assistir/ouvir músicas, filmes e programas em qualquer dispositivo ou plataforma tecnológica (66%).
Além disso, também esperam, quando estiverem em uma loja, ter a capacidade de acessar informações sobre um produto de interesse apenas escaneando seu código de barras com o próprio telefone celular.
Quase 50% da amostra afirma utilizar celular/smartphone como fonte de entretenimento. Além de usá-lo para conversar, entre as principais utilidades do celular (usadas com freqüência pelos entrevistados) estão: mensagens de texto (90%), câmera fotográfica digital (76%), músicas (73%) e câmera de vídeo (63%). Os Millenials também aproveitam mais outros recursos dos smartphones, como assistir a vídeos caseiros e baixar aplicativos.
"O brasileiro tem se destacado neste mercado e hoje já é um dos maiores consumidores para esse tipo de aparelho. Isso comprova que somos um povo que gosta e deseja ter acesso às tecnologias de ponta, além de estar buscando a mobilidade", explica Brandão.
Entre os americanos, que já têm essa cultura mais latente, apenas 40% destacaram sua vontade de comprar um smartphone e 33% afirmaram já possuir um celular desse tipo.
O Conectividade e Mobile Consumption também mostra como o smartphone se tornou um objeto de desejo de consumo de grande parte da população brasileira. A pesquisa mostra um fato curioso sobre à ferramenta de SMS.
A análise mostra que a quantidade de torpedos reduziria com a popularização de aplicativos de mensagens instantâneas - e-mail e de redes sociais para celular. Porém, o mercado de SMS continua forte, contando com forte presença do público jovem e, principalmente, de usuários de smartphones. Cerca de 40% dos usuários de smartphone enviam mensagens pelo menos uma vez ao dia.
Sobre a internet, a pesquisa mostra que o principal meio de conexão com a internet continua sendo a rede fixa. Porém, a rede móvel (GSM e UMTS) já participa de forma relevante nas opções dos usuários de banda larga.
Apesar de a rede de banda larga fixa representar 61% da utilização da internet, a rede de banda larga móvel apresenta maior flexibilidade em sua utilização, fortalecendo a demanda por esse tipo de serviço.
A nova geração de conexão 4G é uma grande oportunidade para ser explorada, inicialmente pelo aumento de aparelhos que se conectam à internet, como TV’s, tablets e também pela competitividade, que deverá fazer frente aos serviços de banda larga fixo, com velocidades superiores a 100 Mbts.
O estudo é baseado em dados obtidos por meio de pesquisa online realizada em 15 países com mais de 30 mil usuários. Nos países em desenvolvimento, como Brasil, China, Índia, Turquia e África do Sul, a análise abordou profissionais de áreas urbanas, que tendem a possuir rendas superiores a média de mercado no país.
No Brasil, a pesquisa contou com 2.131 respondentes, de todas as classes sociais e todas as faixas etárias a partir de 18 anos.
Fonte: Ad News
LG lança mouse que funciona como scanner
O LSM-100 foi apresentado no começo do ano na feira CES e agora tem lançamento confirmado para o final do mês na Europa - pelo valor de 150 dólares
O aparelho aproveita o formato do mouse para incorporar um sensor óptico dos scanners - o que pensando em retrospecto, tem uma forma de uso parecida com a dos mouses, ao "ler" a superfície por onde percorre.
Para capturar imagens, o usuário precisa apenas pressionar um botão na lateral esquerda do aparelho. O software reconhece o deslocamento do mouse/scanner e forma na tela a imagem, que pode ser salva em diversos formatos, até mesmo planilha do Excel, PDF ou Word, com o uso do software de reconhecimento de caracteres (OCR).
Veja literalmente o tamanho da dívida americana
Uma coisa que sempre me deixou impressionado quando se fala em mercado financeiro e nos números das dívidas dos países é a quantidade de dinheiro que estes números representariam. É irreal para uma pessoa pensar em cifras como 1 trilhão de Dólares, apesar do governo estadunidense ter uma dívida de aproximadamente 15 trilhões. Essa quantidade de dinheiro não existe e para mostrar o quão irreal é isso tudo você verá abaixo uma impressionante representação da dívida do governo americano em notas de 100 Dólares.
100 Dólares
10 mil Dólares
1 milhão de Dólares
100 milhões de Dólares
1 bilhão de Dólares
1 trilhão de Dólares
Um comparativo para você ter ideia do que é 1 trilhão de Dólares
15 trilhões de Dólares
O endividamento estadunidense sem garantias, ou seja sem garantias, é de 114,5 trilhões de Dólares. Isso cobre a previdência social, remédios, atendimento médico, fundo desemprego, despesas militares, etc. Na representação abaixo ele é o prédio mais alto de todos. Este seria um prédio totalmente feito de dinheiro.
Agora me diga se você acredita que esta quantidade de dinheiro é sequer real.
Você sabe o que é um Yottabyte???
Vocês Conhecem o que é um Yottabyte??? e um zetabyte??? Ou seus conhecimentos param no Terabyte??
BOm se você ainda não conhece, O Clube dos Nerds, irá mostrar para vocês o caminho do Bit ao Yotta.
Bits: a menor parte de um dado
Para começar, vamos falar a respeito da origem do nome dos bits. “Bit”vem de BInary digiT,ou seja, dígitos binários. Isso porque cada bit é exatamente isto: um dígito binário que pode corresponder aos valores “0” ou “1”. O conjunto deles forma os dados na forma que nós conseguimos compreender.
Quando ainda estão como bits, apenas programadores conseguem decifrá-los, pois respondem a sequências binárias mais complexas. Nos códigos de programação, você pode encontrar os binários como ativação ou negação de certas tarefas. Por padrão, o “0” desativa as opções, enquanto o “1” faz o contrário.
Bytes: a informação tomando forma
Um conjunto de oito bits representa um byte, que é a fração dos dados que pode ser compreendida pelos usuários. Nesse caso, em vez de duas combinações possíveis, existem 255. Um caractere, por exemplo, pode possuir o tamanho exato de um byte (dependendo da codificação utilizada), por isso alguns arquivos no formato TXT podem ser encontrados com menos de 1 kB.

Agora, uma curiosidade. Você pode estar se perguntando: “A imagem mostrada diz que o arquivo possui 23 bytes, mas ocupa 4 kilobytes em disco. Como isso é possível?”. Apesar de possuir poucas informações, o computador gasta os 4 kilobytes para armazená-lo, pois esse é o valor mínimo definido pela formatação do computador utilizado na ocasião.
Kilobytes: os dados tangíveis
Um kilobyte é composto por 1.024 bytes. Essa é a primeira unidade (entre as citadas) que a grande maioria dos usuários deve conhecer. Muitos arquivos de texto e até mesmo fotografias com resoluções mais baixas possuem alguns kilobytes. Os antigos disquetes de 1,44 MB permitiam que os usuários carregassem vários arquivos com essas dimensões.
Essa unidade é muito lembrada quando downloads são realizados. As taxas de transferência são medidas em kilobytes por segundo. E isso já funciona dessa forma há vários anos, desde a época das conexões discadas. Se em 1999 as pessoas baixavam músicas em velocidades de 3 kB/s, hoje há várias conexões que permitem downloads de 200 kB/s ou mais.
Megabytes: o mundo multimídia
Se os kilobytes armazenam vários arquivos de texto, os megabytes permitem um mundo muito mais multimídia para os usuários. Em média, uma música em MP3 ocupa 5 MB no disco rígido e uma foto em alta resolução pode passar dos 2 MB facilmente, dependendo do formato de arquivo que for utilizado.
CDs (de áudio ou dados) possuem cerca de 700 MB de capacidade. Isso garante que muitos arquivos sejam armazenados, ou cerca de 20 músicas. “Mas uma música não possui apenas 5 MB?”. Sim, uma música em MP3 ocupa isso, mas para os CDs de áudio o formato dos arquivos é diferente e ocupa muito mais megabytes.

Você pode perceber que todo tipo de mídia pode representar alguns kBs ou muito MBs, tudo depende da qualidade com que são codificados. Isso inclui fotografias e músicas, como já dissemos, e também filmes. Um filme em qualidade baixa pode ocupar menos de 500 MBs, enquanto o mesmo em qualidade 1080p pode chegar aos 25 gigabytes.
Gigabytes: a alta definição
Em tempos remotos (mas não tão remotos assim, quando o Windows 95 era o sistema operacional mais utilizado em todo o mundo), discos rígidos não chegavam a possuir a capacidade de 1 GB. Mas os sistemas foram evoluindo, outros softwares também e a demanda exigiu melhorias nos componentes de hardware.
Hoje, dificilmente encontram-se computadores sendo vendidos com discos rígidos inferiores aos 500 GB de capacidade. Até mesmo HDs externos podem ser encontrados com capacidades maiores do que essas e sem serem vendidos por preços absurdos, como acontecia até pouco tempo atrás.
Podemos afirmar que, nos próximos anos, os gigabytes devem limitar-se às mídias de alta definição e aos pendrives, visto que HDs devem ultrapassar a casa dos terabytes em larga escala. Quanto às mídias: DVDs possuem 4,7 GB; Blu-rays, 25 GB e arquivos digitais podem ir muito além disso.
Terabytes: a nova necessidade
Quem poderia imaginar, em 2005, que seria possível dispor de um disco rígido com capacidade para armazenar um terabyte de informações? Pois hoje a realidade é outra e os HDs permitem exatamente isso. Você já parou para pensar em quantas músicas poderiam ser armazenadas em um disco desses?
Vamos às contas. Uma música em MP3, com cerca de 3 minutos, ocupa 5 MB. Em 1 TB, poderiam ser armazenadas 200 mil músicas. Caso fossem reproduzidas sequencialmente e sem interrupções, elas levariam 1 milhão de minutos para serem tocadas sem repetições de arquivos. Isso representaria 17 mil horas ou 728 dias. Exatamente, seriam quase dois anos sem parar de ouvir músicas.
Se o mesmo cálculo fosse feito para filmes em Blu-ray, com cerca de 90 minutos e 25 GB, chegaríamos à conclusão de que 1 TB pode armazenar 40 filmes em alta definição. O que exigiria dois dias e meio de “maratona” para que todos pudessem ser vistos sem pausas. Para DVDs o período seria de 13 dias.
Petabyte: muito além do uso doméstico
Um milhão de gigabytes. É exatamente isso que representa um petabyte, muito mais do que qualquer pessoa precisa para armazenar seus dados. Na verdade, é muito mais do que muitas empresas gigantes precisam. Petabytes só são tangíveis se somarmos uma grande quantidade de servidores.
Segundo James S. Huggins (especialista em tecnologia da informação), se fôssemos digitalizar livros, apenas 2 petabytes seriam suficientes para armazenar toda a produção acadêmica dos Estados Unidos. Já o Google processa cerca de 24 petabytes de informações todos os dias, o que demanda muitos servidores dedicados à atividade.
Exabyte: o tráfego da internet mundial
Não seria possível ouvir 1 bilhão de canções em apenas uma vida (capacidade de armazenamento de um HD hipotético de 1 EB). Os exabytes ainda estão muito distantes dos computadores comuns, mas já são uma realidade na internet mundial.

Central de dados da Wikimedia (Fonte da imagem: Wikimedia Commons / Midom)
O Discovery Institute (uma instituição sem fins lucrativos) realizou alguns estudos e concluiu que, todos os meses, são transferidos cerca de 30 exabytes de informações na internet mundial. Isso representa 1 EB por dia, ou 1 bilhão de gigabytes de dados circulando a cada 24 horas.
Zettabyte: todas as palavras do mundo
Você consegue imaginar o que são 1 bilhão de HDs de 1 terabyte? Agora imagine todos eles lotados de dados. Pois isso é o mesmo que ocupar 1 zettabyte com informações. Essa unidade é muito maior do que conseguimos imaginar ao pensarmos em computadores comuns.
O estudo mais curioso que já foi realizado com base nos zettabytes é de Mark Liberman (linguista da Universidade da Pensilvânia, Estados Unidos). Ele constatou que, se fossem gravadas todas as palavras do mundo (de todos os idiomas, digitalizadas em 16 bits e 16 kHz), seriam necessários 42 zettabytes para armazenar toda a gravação.
Yottabyte: mais do que existe
Some todas as centrais de dados, discos rígidos, pendrives e servidores de todo o mundo. Pois saiba que essa soma não representa um yottabyte. Um trilhão de terabytes ou um quadrilhão de gigabytes: não é possível (pelo menos por enquanto) atingir essa quantia.
Dividindo um yottabyte pela população mundial, teríamos 142 terabytes para cada pessoa. Levanto em conta que apenas 25% das pessoas possuem acesso a computadores, essa quantia seria aumentada para 568 terabytes (pouco mais do que a metade de um petabyte). Seriam 23 mil filmes em Blu-ray para cada um.
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